Operação de descarregamento, no Porto do Itaqui, de locomotivas para a Estrada de Ferro Carajás
 
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Locomotivas da EFC são desembarcadas no Itaqui
A duplicação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), administrada pela Vale, é um dos investimentos que tem demandado cargas frequentes recebidas pelo Porto do Itaqui. Um dos exemplos dessa constante movimentação foi o descarregamento de um conjunto completo de locomotivas ocorrido na segunda-feira (23), no berço 103. A complexa operação foi realizada com o suporte da Pedreiras Transportes.

As cinco locomotivas, cada uma com dois trucks (material rodante), pesam juntas mais de 900 toneladas. Pelo tamanho das peças foi necessária uma infraestrutura especial para a retirada da carga do navio Industrial Egret, que atracou às 23h46 de domingo (22) no porto maranhense.

“O porto tem capacidade e instalações especiais para fazer essa operação. Para isso, são disponibilizados trilhos ferroviários ao longo do berço 103 para a recepção das locomotivas, que é um tipo de carga diferenciada em razão das dimensões”, explica Gustavo Lago, responsável da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) pelas operações no Porto do Itaqui.

Segundo o gestor, esse tipo de operação não pode ser realizada durante a noite. Por isso, a primeira madrugada de atracação do navio foi utilizada para o desembarque apenas dos trucks. As locomotivas foram descarregadas durante o dia, com o uso dos guindastes de bordo especiais.

Esta é a segunda vez este ano que o Itaqui recebe locomotivas para a EFC. Em abril, sete maquinários foram descarregados, também no berço 103. Trilhos e alinhadores de trilhos também já foram descarregados no porto para a duplicação da estrada de ferro.

Crescimento

As operações com carga geral estão crescendo no Porto do Itaqui este ano. Um dos indicativos são as indústrias em instalação ou expansão no Maranhão, que importam pelo porto insumos ou equipamentos para as obras. Outro, são novos investidores e cargas que começaram a ser operadas este ano no porto, a exemplo do cimento, malte, contêineres e clínquer.

De janeiro a abril deste ano, o acumulado de carga geral já é de 52,1 mil toneladas, uma diferença de 32 mil toneladas, 163% maior que as 19,81 mil toneladas movimentadas no mesmo período do ano passado.
 
 
 
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