São Luís | Maranhão
 
   


Matias Marinho
 



Já estamos no novo site
"Esquerda é coisa de gente rancorosa e invejosa", diz Lobão
Governadora lamenta a morte de Flor de Lys
Como a Prefeitura de São Luís vê sua casa
Guerrilha do Araguaia: Porto Franco homenageia João Carlos Haas Sobrinho
Uma greve que começou errada; conduzida de forma equivocada e de desfechos quase obscuros
TRT endurece a briga com os rodoviários grevistas
Greve: TRT diz não ter expedido mandado de prisão contra presidente do Sindicato
Mais uma vez, papelão de Waldir Maranhão no CQC. Pense num mala!
Bispo de Grajaú repudia decisão de juiz sobre aborto de anencéfalo
Um protesto contra a fedentina. Alô Caema, alivia a pressão aí sobre Castelo!
Caso Venancinho pode ser julgado nesta semana no TSE
Gilberto quer praça da Juventude em bairros de Paço
Pastor Bel revela que Edinho estaria em coma profundo
Abortada tentativa de rebelião em Pedrinhas
Luís Fernando faz abertura de Seminário em Rosário
Bacelar: o tresloucado, mas, nem tanto, defensor do governo na AL
Mais uma da Justiça: Desembargadores decidem arquivar processo contra juiz Douglas Amorim
Greve e nóticia sobre Edinho acabaram com a viagem de Roseana à Brasília
Desembargador revoga soltura do vereador de Tuntum


Páginas: 1  2  3  >>  >>|

  Resultados: 1 a 20 de 662 Páginas

26/05/2011
Uma greve que começou errada; conduzida de forma equivocada e de desfechos quase obscuros

A greve dos rodoviários em São Luís tem se transformado numa clara demonstração de como vivemos numa terra sem ordem, de autoridades intransigentes e sem perfil para lidar com situações adversas.

Para começar, o primeiro recurso que uma categoria deve se utilizar, na luta por melhores salários e condições de trabalho, foi o primeiro a ser emplacado pelo sindicato dos rodoviários: a greve. Isso sem falar do “silêncio” do patronato.

Em seguida, vem a Justiça, após o início da greve, por meio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), exigindo que 80% dos ônibus circulassem. Ridículo. Nem os 30%, exigido pela lei, circula normalmente, quanto mais 80%. Uma decisão estapafúrdia, alvo até de chacota.

E diante desse cenário todo, os interesses exclusos, que tentam passar despercebidos, engrossam o caldo, desenhando um cenário desolador.

Quem conhece os interesses por trás dos acalorados discursos dos dirigentes do sindicato dessa categoria, a ambição dos empresários do setor e a ingerência interessada do poder público, diante de todas as demandas da enfadonha greve, sabe perfeitamente onde vamos chegar e porque chegamos a este estado.

Os motoristas e cobradores querem aumento, e conseguirão em parte; alguns dos dirigentes do sindicato sairão candidato a vereador no próximo ano, com um gás e tanto por conta do movimento ora conduzido por eles e, os empresários, conseguirão o direito de aumentar a tarifa do transporte público nos próximos meses.

Para a população, no entanto, ficam os prejuízos dos dias de sofrimento, sem o transporte público e, para a cidade, a vergonha da baderna e da falta de habilidade das nossas autoridades em conter os ânimos dispensáveis para o momento democrático atual.

 
 
Páginas:
Resultados: 1 to 0 de 0