São Luís | Maranhão
 
   


Matias Marinho
 



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18/05/2011
Bacelar: o tresloucado, mas, nem tanto, defensor do governo na AL

Que Magno Bacelar ganhou “nota 10” em folclorismo, disso ninguém duvida, como também ninguém discorda que, apesar de seu estilo hilário, se esforça mais do que todos os deputados da base governista para defender o governo das críticas feitas pela oposição.

E na sessão desta quarta-feira, dia 18, conseguiu um feito extraordinário: tirou de tempo o polido petista Bira do Pindaré e desmontou seu conturbado discurso de vários temas numa “nota só”.

Com razão, mas do seu jeito, “naturalmente”, Bacelar questionou o termo “safadeza”, utilizado na tribuna da Assembleia, “exatamente” pelo lustroso Bira do Pindaré.

“Então”, como diria repetidamente Bacelar, o “safadeza” de Bira foi algo muito genérico e deveria ser dito de forma direcionada, até por uma questão de decoro.

– O nobre parlamentar Bira foi muito duro com a palavra que usou querendo dizer que a “safadeza” do Maranhão.... Enfim, essa palavra “safadeza”, ficou uma coisa muito genérica porque, quando se fala em “safadeza”, pode ter sido o ex-governador deles, os dois ex-governadores deles, ele que participou do governo de José Reinaldo e de Jackson Lago – observou Magno.

Ou seja, ao criticar o termo chulo utilizado por Pindaré, Bacelar demonstrou prestar muita atenção ao que é falado por Bira quando a maioria dos deputados, de jornalista e de demais presentes não presta a mínima atenção no que diz Bira.

Mas além de ter estado alerta sobre a falta de decoro do deputado natural de Pindaré-Mirim, o mais inteligente – se é que se pode atribuir esse termo ao “Nota 10” – foi quando alertou o parlamentar petista a rever seu posicionamento político-partidário.

Para Magno, é incoerente o deputado utilizar meia hora do tempo do governo para criticar desnorteadamente o governo ao qual o partido dele faz parte.

Talvez num dos momentos milagrosos, ocorridos na Assembleia, Magno teve capacidade de concluir o que todo cidadão comum questiona: Bira parece mais um deputado tucano.

E acrescentou o Nota 10:

– Essa é a realidade. Então, eu acho que ele tem que mudar de partido, sair do PT e ir exatamente para o PSDB por estar na contramão da política.

Por essas e outras, concluiu o deputado tresloucado – mas, nem tanto – da base governista: “é que ele perdeu muitos votos. Teve 300 mil para senador, depois baixou apenas para 20 mil votos”.

 
Maximiliana - Quer dizer que um candidato não pode fazer crítica aos canatidatos do partido em que está filiado, especialmente quanto se trata de incompetencia administrativa, corrupção? Quer dizer que o PT está de 'rabo preso' com o governo de Roseana Sarney e só lhe sobram então duas opções: ou muda de partido ou se omite? Francamente, essa é mais uma defesa da antietica que domina a politica de nosso e Estado e do Brasil. E pelo que vejo, meu caro Matias, você é a favor disso? 'Tresloucado, mas nem tanto assim'!?

Matias Marinho - Tresloucado - mas nem tanto, porque em um outro momento Bacelar tem suas razões. Usar o termo "safadeza" não seria estranho sair da boca de Magno, mas de Bira, é muito para meus ouvidos, não pela sua postura política, mas pelo que conheço dele como pessoa. Agora, como político, não tem moral para criticar ninguém no momento em que está em um dos partido protagonistas da maior sangria de corrupção já vista no país, o PT.

 
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