São Luís | Maranhão
 
   


José Raimundo
 



Já estamos no novo site
Os arremessos fecais da plebe
A Líbia Equinocial
Os pecadilhos de "Santo Alencar"
Os batráquios e o bípede
Os crioulos do samba doido
A grande patuscada carnavalesca
Castelo dança e o povo “dança” José Raimundo Gonçalves
Brasil 51: o país da cachaça
Castelo: o saudosista da Ditadura
Senil ou incapaz?
As enxurradas da egolatria genocida
A lavagem do futebol geriátrico
A desigualdade racial
O pote e o mel
Entre “paulistas” e “nordestinos”
Olé Mazembe!
José de Ribamar Sousa do Reis
Aérea Dilma
A isonomia churda


Páginas: 1  2  3  >>  >>|

  Resultados: 1 a 20 de 96 Páginas

14/05/2011
Os arremessos fecais da plebe

Somente agora, passado o fedor dos arremessos plebeus no Teatro Artur Azevedo é que nos referimos ao assunto que dominou, alguns dias, a hipocrisia dos reclamos noticiosos, jornalísticos e os esganiçamentos de vozes outras, que já deveriam ter-se acostumado com a fétida convivência.

Hipocrisia, repetimos, porque nenhuma voz se levantou-talvez a nossa tenha sido a única – contra a constatação pública do ex que nunca foi mas insiste em ser, o sr.Luis Inácio da Silva, também conhecido como Lula, quando, após um lauto almoço leonino, generosos drinques e baforadas cubanas, tudo pago por nós (é bom que se repita) ao visitar os inacabados apartamentos do PAC, contida na frase tonitroante: “São Luís é uma cidade afundada na merda”, tão diplomática quanto a cessão de passaportes oficiais para alguns dos seus.

Como quem cala consente e admite, de há muito convivemos com excrementos fecais, e não há porque estranhar um ato que simplesmente materializa a frase gestorial.

Possivelmente, algum ardoroso “companheiro”, zeloso de homenagear o patrão abriu a latrina da própria cabeça, de lá retirou o material que lhe compõe o cérebro e lançou-o sem pestanejar na plateia abaixo.

Tudo bem! Merdas piores e mais fedorentas já nos foram empurradas goela abaixo, e continuam sendo, só que a passividade dos brasileiros sempreesquece de puxar a cordinha da descarga. Botocudos, diria o saudoso Chatô!...

Outros mais afoitos já questionam, inclusive, a possibilidade do ato ter sido uma “homenagem” à atual administração do Teatro Artur Azevedo e ao espetáculo então na ribalta.

Pura maldade! O oficialato cultural ainda vai descobrir que tudo não passou de grotesca encenação de um desses “artistas da terra”, com dor de cotovêlo, e que ainda não se convenceu que “santo de casa não obra milagres”.

- Papelhigiênico e desinfetante, por favor! Rápido!...

Cena final. Cai o pano.

 
 
Páginas:
Resultados: 1 to 0 de 0