São Luís | Maranhão
 
   


João Bentivi
 



O danado Pedro
O TRE no olho do furacão
A Primeira Ninguém Esquece
Resposta ao Governo do Maranhão
O poço não tem fundo
Metropolizar sem conversa fiada
Dois Josés
Resposta ao Doutor Pêta
O mundo é do bispo
Abrindo Caixas Podres
A volta midiática do aborto
Nota solta 1
Deu a louca nas elites, graças a Deus
Vendilhões da Justiça
Dino sem máscara
Como é bom ter o Lula
A felicidade se chama Obama
Em nome de Obama
É hora de caldo de galinha
Debates e orgasmos


Páginas: 1  2  3  >>  >>|

  Resultados: 1 a 20 de 46 Páginas

17/11/2008
A felicidade se chama Obama

Os olhos do mundo não piscavam! Todos esperavam ansiosos por um resultado mais que previsível: a vitória de Obama. É incrível como a ausência de surpresa pôde suscitar tamanha perplexidade. Efeito Obama!

Como nem tudo pode ser perfeito, faltou um TSE para proclamar, histrionicamente, o resultado, ou a fumaça branca da Capela Sistina, e um “habemus president”. Compreensível, a democracia americana é um infante em relação aos quase dois mil anos de sucessão no Vaticano. O mundo continuará somente com o “habemus papa”!

E Obama é um ser quase perfeito! Hoje! É a síntese racial do planeta: pai muçulmano do Quênia, mãe protestante americana-anglo-saxã, nascido no Havaí, criado nas Filipinas, egresso de Harvard, senador, agora, presidente e tem um cunhado chinês. Faltou pouco para a perfeição étnica e religiosa. Por exemplo, um dos avós bem poderia ser budista japonês; um outro parente russo da igreja ortodoxa, um primo católico italiano e, pelo menos, um outro cunhado argentino e ateu. Pronto!

Para o Brasil, Obama é um prato cheio nas mãos do glorioso Luiz Inácio, nosso Lula, na intimidade racial da pátria brasileira. Lula, pelo que entendi, tornou-se amigo íntimo de todos os dirigentes mundiais, notadamente os de países ricos.

Há pouco tempo, por suas palavras, telefonou para Bush, nesses termos: “Bush, meu filho, deixa de fazer cagada por aí, que não tem papel higiênico que te agüente”. Na última terça, papeou com Obama por longo tempo. Essas conversas com Obama, para o bem de todos nós, creio que descambarão para a intimidade de mesa de bar: “e aí, sapo barbudo”? “fala negão, como vai meu crioulo, posso mandar a receita de caipirinha que foi publicada no nosso Diário Oficial”?

Depois de um papo cabeça desse tipo, nosso Lula poderá tratar de tudo: subsídio, protecionismo, bolsas, barreiras alfandegárias, imigração, recessão, depressão, etc. O nosso viva Brasil poderá significar viva Obama!

Em verdade, paira uma sombra de dúvida sobre Obama, apesar de a revista ÉPOCA informar que nosso Obama já cheirou pó e pitou baseados: não se conhece suas reais aptidões com o álcool e com as estagiárias da Casa Branca. O Bush abandonou o álcool e sabe-se ser de uma fidelidade conjugal paulina. Para nós, essas tais qualidades não trouxeram nenhum benefício. O mundo todo conhece, de có e salteado, os seus desatinos.

Em compensação, Boris Ieltsen, na Rússia, e outros pela linha do Equador nunca abandonaram o C2H5OH. A propósito de administrações etílicas, o Brasil não tem nada a reclamar, nem de Janio Quadros! Pode-se beber até potassa, desde que se mantenha a bolsa família.

Na outra linha do pular a cerca, o melhor exemplo, depois de Kennedy, chama-se Clinton. Foi o rei do charuto, do saxofone e das estagiárias. Papou quase todas e, democraticamente, com bom peso, subpeso e sobrepeso, como a tal Lewinsky. Com estagiárias e tudo, com Clinton todos eram extremamente felizes. Principalmente as estagiárias! Mundo afora e mundo a dentro, ninguém reclamou de Clinton, nem Hillary!

Para o bem do mundo, espera-se que Obama possa ser a síntese de Kennedy e Clinton. Não sei se dona Michelle aprovará, mas o mundo, com certeza.

Quando imaginei que tivesse visto tudo a respeito de Obama, chega às minhas mãos uma matéria interessante. O jornalista e escritor Fernando Jorge prova que sem o Brasil não existiria o Obaminha presidente.

A história é interessante. Em 56, estreou no Rio, a peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Morais. Em 59, foi adaptada para o cinema com o nome de Orfeu Negro, espetáculo que, com cenários cariocas e músicas de primeira qualidade, arrebatou a Palma de Ouro de Cannes.

Nesse mesmo ano de 59, uma adolescente americana, de nome Stanley Ann Dunham, com 16 anos, assistiu ao Orfeu Negro. Operou-se nela a mais profunda revolução negróide de sentimentos.

Um belo dia, já com 18 anos, em uma aula de russo, no Havaí, encontra um espécime negro especial, de 23 anos, exatamente seu Barack Hussein Obama Sênior. Era a materialização do Orfeu Negro! Puxa daqui e puxa de lá, o resultado foi um só: o Obaminha de nossa atualidade!

Em síntese, a lourinha americana, sem o filme brasileiro, em tempos de segregação racial absoluta na América, jamais teria se entregado ao Obama pai. O nosso Obaminha presidente, sem a nossa película, repito, nunca teria passado da condição de espermatozóide queniano, perdido, quem sabe, nas areias tórridas da mãe África.

Eu, que psicologicamente votei no Obama, estou, certa ou não a história acima, convicto de que o Brasil precisa comemorar com mais afinco e entusiasmo a vitória do Obama Júnior. Virtualmente ele é brasileiro.

E, finalmente, uma grande alegria. O trio parada dura da América do Sul, Chavez, Morales e Correa, está em situação difícil. A cada dia diminui o Bush e aumenta o Obama. No dia em que o Bush acabar, eles estarão sem bandeira e sem discurso. Não poderão brigar com Obama, ainda que a América continue a mesma.

É como o cão brabo correndo atrás do fusca. O fusca pára e o cão fica manso: perde o discurso!

Nada contra os cães!         
     

 

          

 
cid luis - tem uma música do Ivan Lins, que é a tua cara Quero tua risada escandalosa vitoriosa por não ter vergonha de aprender como se goza quero toda tua boca castidade (o que eu duvido)fazer-te umas cabeçadas no céu da tua boca quero passar dos teus limites (advinha como) e ir além e ir além (pode-se dizer uma empalação)

bel - cuidado bentivi, gavião te come

 
Páginas:
Resultados: 1 to 2 de 2