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08/04/2011
Os pecadilhos de "Santo Alencar"

Que mania tem esses mandatários de nos impor heróis de todos os matizes! Do tartaruguento Barrichello, que nunca venceu um campeonato mundial, embora seja o mais longevo piloto em atividade, ao descontrolado Adriano, tudo vale! Agora, com a morte de Alencar, a claque milionária da propaganda governamental paga por nós, pretende elevá-lo, com o aval planaltino, às glórias celestiais, e, se duvidarem, acabarão trocando a extradição do criminoso italiano que se ceva em nosso país pela canonização do ex-vice.

Duvidam?

Mas nós, que sabemos ler e escrever precariamente, não temos favorecimento político de ninguém que nos ate a determinadas baboseiras, somos contra.

E vejamos porque: afinal de contas, qual foi a contribuição efetiva do falecido para o povo brasileiro, a não ser esbravejar contra as sandices do patrão e depois ser conivente com elas? Pior de tudo, é que os editorialistas vermelhos ainda usavamisso para alardear possíveis rasgos de “generosidade democrata” presidencial, que não discutia, mas não avaliava e fazia exatamente o contrário. A bem de verdade chegamos até a acreditar em um possível jogo de cena, em vista do manjado Gran Finale (para eles).

É que ninguém, inabalavelmente decidido, concorda ou fica perto daquilo que não lhe é pertinente, por sentir-se incomodado.

Os dois Chico são exemplos disso: o de Assis abandonou a família, o fausto e tudo que este lhe poderia trazer para viver monasticamente, já que assim era sua interinidade; o outro, de Uberaba, mudou-se da casa da família por achar que era incômodo aos seus, que nunca concordaram com seus rasgos generosos ou com a presença daqueles que o procuravam no domicilio.

Quem fica está concorde! Politicamente, portanto, nada de nomeada. Já no campo de heroísmo contra a morte, este assume contornos mais diluíveis, porque todo o ser humano, desde sua concepção, luta para não morrer. Daí os pré-natal, os cuidados com a gestante e outras coisas.

Quando nascemos, os vários e preventivos testes; mais tarde os inevitáveis remédios contra lombrigas, contra tosse, e por aí vai. É a luta de todos! Só que muitos não exercem cargos de comando, não tem a grana alheia à disposição para pagar hospitais caros, médicos especialistas e nem dão ibope para noticiosos ou “companheiros” desumanos, que disso fazem campanha eleitoreira.

Agora, heroico mesmo foi o feito do falecido em ficar encostado com o seca-pimenteira e, mesmo doente, haver resistido. Isso sim, é heroísmo!

E, para completar a ridicularia funérea, os balbucios, coincidentemente televisivos, e segundo alguns, de possibilidade temulênte, pranteadores daquele a quem o ex, que insiste em ficar, chamou de meu “irmão”; como saideira, no dia seguinte, lá se vem o Zé Dirceu (logo quem) declarar que finado era para ele como um verdadeiro “pai”. Êta “família”! Rezaremos por você, Zé Alencar!...

Ainda bem que o corpo foi cremado: sofreria certamente convulsões tumulares pela inesperada e incomodativa “parentela”!...

 
 
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