São Luís | Maranhão
 
   


João Bentivi
 

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O danado Pedro
O TRE no olho do furacão
A Primeira Ninguém Esquece
Resposta ao Governo do Maranhão
O poço não tem fundo
Metropolizar sem conversa fiada
Dois Josés
Resposta ao Doutor Pêta
O mundo é do bispo
Abrindo Caixas Podres
A volta midiática do aborto
Nota solta 1
Deu a louca nas elites, graças a Deus
Vendilhões da Justiça
Dino sem máscara
Como é bom ter o Lula
A felicidade se chama Obama
Em nome de Obama
É hora de caldo de galinha
Debates e orgasmos

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26/12/2010
O danado Pedro

O DANADO PEDRO

Foi uma notícia inusitada: o deputado Pedro Novais, futuro ministro russelfiano, pagou quase 3.000 reais em um encontro privado, no Motel Caribe, em São Luís.

São múltiplas vertentes para um só caso.

A mais importante é se definir que tipo de reunião houve no motel. Dificilmente se tratou de um encontro de religiosos. Sem querer satanizar o motel, motel não combina com salmos, evangelhos ou terços, mesmo que haja milagres.

Para uma reunião de trabalho parlamentar, parece-nos pouco adequadas as condições logísticas de um motel, a menos que as leis e projetos necessitassem de uma comprovação prática, como impotência e libido, por exemplo.

Uma reunião em família, em um motel, não guardaria coerência. Custa-nos crer alguém levando sua filha, sua sogra para comemoração ou conversa fiada na suíte de um motel.

Em suma, o que todos acreditam mesmo é que se tratou da velha e conhecida suruba, orgia pesada, múltipla, daquelas que, segundo os entendidos na arte da sacanagem, ninguém é de ninguém e todos os orifícios tem alguma utilidade.

Imediatamente vieram os desmentidos e versões, todos lugar comum.

Como de praxe, o deputado e todos os outros já pegos com a mão na massa, não sabiam de nada! Ora, Pedro Novais, o que tem de pequeno tem de sabido. Não saber nada é uma impossibilidade real, natural e numérica.

Foi um assessor. A conduta imediata, caso fosse verdade, era a exoneração desse tarado interestadual, que sai de Brasília para adentrar nas intimidades de nossas inuptas conterrâneas. A desculpa não se sustentou. Ninguém foi demitido, pois se fosse demitir o tarado, a dona Dilma poderia perder um ministro.

Foi a imprensa. Aí é o desenvergonhamento hiperbólico, salvo se algum jornalista fosse parte da festa, como cardápio ou comensal. Isso não consta em nenhuma versão.

O paradoxo é que uma parte da imprensa vinculada e obediente, noticia como mérito a devolução do dinheiro pago ao bordel. Essa devolução jamais será reparação de coisa alguma: é confissão de culpa. O culpado, confesso e, quem sabe, arrependido, tem nome e sobrenome: Pedro Novais.

O pior é que todos sabem que esse episódio Pedro Novais não é raro, inusitado. Não, é comum demais. É possível, bem possível, que nesse momento em que escrevo essas mal traçadas linhas, haja algum orgasmo animal ou romântico custeado por nós, contribuintes.

Em toda podridão, porém, pode nascer uma flor. Nesse particular, flor significa encontrar algo de bom, nesse episódio tão vil e degradante.

A minha geração e as anteriores à minha olham, agora, o senescente Pedro Novais com um misto de admiração e inveja. Muitos não dão conta nem de uma simples e costumeira parceira e o velho Pedro, lambendo a casa dos oitenta, arrebanha uma carrada.

A ausência de reclamação das participantes e o fato de nenhuma delas ter dado com a língua nos dentes sugere que ficaram satisfeita, ou foram bem pagas, ou as duas coisas.

Motel, apesar de ser comum, não é feito para liso. Como diz um amigo, liso é um morto que anda. Milhões de pessoas sonham com uma única noite, pelo menos, em um motel. O motel povoa o imaginário de muitas mulheres.

Tenho um paciente, das bandas do Itaqui, que faz festa com a esposa, quando come um cachorro na Praça do Anjo. Por sua versão, o cachorro quente é retribuído com muito amor. Imaginem esse meu amigo destroçando a suíte do Caribe. Seriam séculos de amor, com certeza.

O único problema é que o sujeito não é o deputado Pedro Novais. Ele, cidadão dependente das “bolsas-lulas”, teria que economizar um século para ir “caribear”, enquanto Pedro Novais “caribeia” quando quiser, pois além de rico, tem o Congresso Nacional para pagar a fatura.

Finalmente, há uma versão corrente à boca pequena: o próprio Pedro Novais vazou a notícia! Motivo: pura e simples vaidade. Não disse, mas o que tem de pequeno, Pedro tem de vaidoso. Nesse momento, milhares de mulheres, mundo afora, devem estar querendo ver o milagre do santo e o santo do Pedro, o que dá no mesmo.

Pedro Novais não caiu, será o nosso Ministro do Turismo, assim no estilo Marta Suplicy, que mandou os insatisfeitos de aeroportos a relaxar e gozar. A dedução mais simplória é que ela sugeriu e Novais o fez.

Não sei quais as habilidades que Pedro Novais terá como ministro. Por esse precedente do Motel Caribe, já é um bom indício que em turismo sexual o nosso ministro conterrâneo leva alguma vantagem.

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29/07/2010
O TRE no olho do furacão

Antes de mais nada, quero informar que estou deixando uma boa temporada de silêncio jornalístico, para meter a minha colher furada em um assunto de repercussão nacional: a decisão do glorioso TRE do Maranhão, no caso dos fichas limpas ou fichas sujas, o que em algum momento pode ser a mesma coisa.

A lei, de iniciativa popular, apareceu, assim, em cima da hora, como se fosse solução de todos os problemas da política brasileira. Eu, cá com meus botões, tenho desconfiança de tudo que é milagroso e espetacular, a começar que o fato de legalmente o sujeito não estar catalogado como ficha suja, não é segurança de que seja, realmente, um ficha limpa. Muitos que teoricamente são ficha limpa, o são por despreparo da justiça, leniência dos agentes públicos e, muito especialmente, pelo conluio e interferência do poder político e econômico.

A lei é nova, muito nova e, naturalmente, todos os profissionais da ciência do Direito estão estudando suas filigranas e entrelinhas. Isso, ao contrário da histeria de muitos, não é nada contra a lei, mas a favor do cidadão. Ai de nós, repito, ai de nós, se a interpretação das leis se desse simplesmente ao nível da imprensa e de muitos somente bem intencionados. Às vezes, são dos mal intencionados que nascem as grandes verdades jurídicas que beneficiarão toda comunidade.

Para a boa vontade e inocência de muitos e a malandragem e hipocrisia de tantos está uma festa. Os argumentos são múltiplos, passando pelos bons, pelos absurdos e pelos inconfessáveis. Vejamos:
A lei dos fichas limpas é incontestável e perfeita. Mentira. Todas as leis podem ser contestadas, dentro do arcabouço jurídico da integração do sistema de leis do país. Tudo o que não se integrar ou não é válido ou não é recepcionado, o que no fundo significa o mesmo. Quanto à perfeição, a lei é criação humana e isso explica esse questionamento.

A lei tem aplicação imediata. Devagar. Há entendimento para tudo e eu, especificamente, estendo que essa lei não se aplica para esse pleito, entretanto existem os tribunais superiores para pacificar essa questão e creio que será pacificada.

Todos os deslizes pretéritos são alcançados pela lei da ficha limpa da mesma forma. Mentira. Assim como na Medicina não há doença e sim doentes, no Direito cada caso é um caso e não há dois casos iguais. Há semelhança. O caso do Cunha Lima, por exemplo, não é igual ao caso do Jackson Lago, até porque Cunha é Cunha e Jackson é Jackson.

Finalmente a decisão do TRE. Foi de tal modo avassaladora que do jornal de bairro ou rádiocomunitária, até a potente rede Globo, todos se interessaram.

Um dos argumentos mais ouvidos foi que o TRE do Maranhão contrariava o TSE. Mentira. Primeiro a dupla jurisdição do Direito não pode ser confundida com subordinação. O TRE do Maranhão é independente para decidir de acordo com a vontade soberana de seus membros. Pronto!

Ademais, nem jurisprudência pacífica há quanto a essa lei, porque o tempo ainda não permitiu, quanto mais, por exemplo, uma súmula vinculante.

Assim, o nosso TRE mostrou coragem, pelo menos, ao decidir soberano, ainda que isso tenha desagradado a A, B ou C.

O TSE pode concordar ou não. Esse fato não altera em nada o nosso Tribunal. É nada mais que um fato corriqueiro no campo do Direito, no qual a decisão de um tribunal pode ser confirmada ou negada em outra instância.

Finalmente, a peça jornalística da lavra do Jabour foi absolutamente bem escrita e posso até concordar com suas motivações, mas há tantas e profundas diferenças entre o Maranhão e o Afeganistão, o que torna a bela crônica pelo menos injusta: com os maranhenses.

E eu sou um maranhense, como a maioria, de ficha limpa.

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14/03/2010
A Primeira Ninguém Esquece

Está se aproximando as eleições de 2010 e há material para todos os tipos de análise, como a ordem do dia é o ranking de candidatos e a dança dos partidos, inicio, mesmo sendo um dos participantes, uma análise jornalística do pleito e seus desdobramentos.

Como há um frenesi em torno do deputado Flavio Dino, creio ser de bom alvitre analisá-lo e, evidente, essa não será a única oportunidade, pois certamente haverá assuntos e motivos para fazê-lo em outras vezes.

De cara, o fato de ser parlamentar federal dá ao jovem deputado alguma relevância, acentuando-se o seu preparo jurídico e o fato de ser um típico representante dos segmentos abastados de nossa paupérrima província.

Não conheceu, decerto, na integridade de sua jovem vida, o que significa pobreza, dificuldade, desencanto e desânimo. Ter vitórias, ser vitorioso, adulado e outras coisas semelhantes foram sempre o cardápio que incensou a existência do primado e mimado Dino.

As suas relações genéticas, inclusive, se fosse caso de doação de órgãos, seria mais compatível doar um rim ao Fernando Sarney, que ao Domingos Dutra e entenda-se, por favor, esse parágrafo, como simples comparação.

Mas o vírus da política alcançou o então magistrado. Foi uma tremenda decisão, creio. Mas a decisão não foi portentosa, apoteótica e incomparável porque teve um viés que, tenho certeza, o deputado Dino gostaria de apagar de sua biografia (quase todos têm algo que não repetiriam na vida).

A eleição inicial do Dino se deu ás custas das mesmas práticas que um magistrado ou ex deveriam combater: a fraude eleitoral, segundo o TRE do Maranhão e TSE, do ex-governador José Reinaldo, padrinho de batismo da primeira eleição e, agora, apropriando-se para crismá-lo ou confirmá-lo como candidato a governador.

A diferença entre a primeira eleição e a próxima não é o apadrinhamento, pois o Zé Reinaldo é o mesmo. A diferença é que o Zé Reinaldo de agora não é o mesmo de outrora. Agora temos um Zé sem tantas e tantas coisas, em que se destaca a falta de poder, que pode ser entendido como falta de convênios. O deputado Dino conhece como ninguém a força dos convênios!

A eleição de prefeito de São Luís foi boa politicamente para o Dino, pois teve surpreendente performance e, por outro lado, fê-lo conhecer de perto a força e o tacape do PDT governista.
As pancadas só não doeram mais pelo fato de ter, ao lado do corpo, o acolchoado da proteção sarneisista. Querendo ou não, desgostoso ou não, Dino foi apoiado pelo sarneisismo na eleição municipal de São Luís e, para ser coerente, deveria reconhecer que uma fatia dos seus votos veio da tal oligarquia que agora tenta abjetar.

A eleição de 2010 será, provavelmente, a primeira eleição real do Dino. Eleição de fato. Sem os cofres dos Leões, sem o anteparo espiritual do Sarney e, muito provavelmente, sem as benesses do lulado/dilmado.

Para quem, na eleição passada, apresentou Lula e Dilma mais que a sua própria imagem, nos programas eleitorais, agora sem Dilma e sem Lula, quem sabe, não será o primeiro menor abandonado da política brasileira.

Pelo sim, pelo não, a imprensa sarneisista está afirmando que Dino terminará optando pelo senado. Dino desmente, sem tanta convicção. Está, nas palavras do dramaturgo inglês, entre o ser e o não ser. Será alguma coisa, certamente. A depender dos meus desejos, concorrerá ao governo. Pode acrescentar alguma dose de emoção!

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09/11/2010
Resposta ao Governo do Maranhão

      Há vários dias a imprensa sarneisista fez e faz festa com a doação de uma passagem, em meu nome, em um dos dias do julgamento do processo de cassação do ex-governador Jackson Lago.

Por mais incrível que pareça, soa meritório que a doação de uma passagem aérea para um cidadão maranhense cause tamanho frenesi.  Evidentemente, isso não se deve à passagem, mas ao valor moral do cidadão que a recebeu, que não tendo nenhum passivo ético ou penal, alguns honoráveis canalhas tentam colocá-lo na vala comum em que jazem trupes sem fim de honoráveis bandidos. Entretanto concordo: foi uma tolice aceitar a tal passagem.

A questão principal, porém, é outra. Uns poucos honoráveis canalhas da imprensa, incomodados por motivos hormonais ou de gênero, têm tentado, de maneira marginal e diabólica, desmoralizar a minha postulação, quando do episódio do processo de cassação do ex-governador Jackson Lago.

A minha petição, conforme expliquei e pode ser lida por quem quiser, pedia a ANULAÇÃO DO PLEITO E NOVAS ELEIÇÕES. A maior parte do governo Jackson Lago, incluindo o próprio, não desejava o êxito do meu pedido, afinal, todas as postulações jurídicas do ex-governador eram no sentido de apresentar a lisura do pleito e, em conseqüência, a manutenção do seu mandato.

Alguns dos seus aliados, bem poucos se diga, entendiam que, dos males, o menor seria nova eleição. À moda de que para o perdido, todo caminho leva ao céu, entenderam que, entre a senhora Roseana assumir e haver novas eleições, o melhor seriam novas eleições. É a razão da tal passagem.

Muitos e muitos milhares de maranhenses já ganharam passagens de órgãos públicos e não fui o primeiro, como também não serei o último.  Reiterando o dito no segundo parágrafo, muito me arrependo de tê-la aceito e se fosse possível, restituiria em espécie ao governo do Maranhão, até porque, em minha vida, conheço o Brasil inteiro e boa parte do mundo sem ajuda oficial, com o fruto do meu trabalho, fato que muitos poucos desse governo e dos anteriores podem afirmar.

Entretanto resta-me um grande consolo. Caso a minha petição tivesse tido a vitória pretendida, teria sido a passagem aérea mais bem paga da história da humanidade e o Maranhão inteiro construiria obeliscos em meu favor: teríamos, pelo voto, impedido o retorno daqueles que o jornalista Palmério Doria denomina, muito apropriadamente, como HONORÁVEIS BANDIDOS.

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09/10/2018
O poço não tem fundo

 Tive tudo para ser avesso ao futebol. A Assembléia de Deus, nos meus tempos de criança, não só abominava esse esporte como todos os outros, e eliminava inclemente a todos que ousassem praticá-lo. Um pastor, no alto da intransigência e ignorância, pregou essa preciosidade: “irmãos, futebol não é de Deus, “fute” é o diabo e “bol” é bola, assim, futebol é diabo-bola”. Ouviram-se glórias a Deus e aleluias.

Como bem cedo, em minha vida, já tinha lido a Bíblia e, mesmo criança, entendi que não havia, no texto sagrado, nada contra o futebol, nunca fui na onda da ignorância e intransigência e jogava a minha bolinha, escondido decerto, mas jogava.

Por influência de meu irmão mais velho e pela ondas do rádio, tornei-me, boliviano e flamenguista.

Aos 14 anos cheguei a São Luís e a paixão pela Bolívia querida só aumentou. Não perdia um jogo no Nhozinho Santos e era uma verdadeira ginástica aos domingos: assistir o jogo e chegar sete e meia da noite ao culto, já que era músico e regente do coral da igreja. Conseguia.

Ao passar no vestibular de Medicina e tornar-me professor do CIPE, do meu saudoso amigo Marcus Venícius, além de torcedor, tornei-me sócio proprietário e membro do Conselho Fiscal, na gestão do Marcus. Aí, além de torcer, contribuía financeiramente com o clube. O nosso goleador Cabecinha (os mais velhos lembram-se muito bem), sem saber patavina de Biologia, participou de muitas das minhas aulas, sob forma de bicho.

Quando voltei da Residência Medica, o futebol maranhense começava o seu declínio, principalmente pela politização partidária, ou melhor, por políticos, muitas vezes alheios à história dos clubes, tentarem fazer dos mesmos trampolins eleitorais. O resultado não se fez esperar, acrescentando-se a mumificação do comando da federação, na figura do senhor Alberto Ferreira, que teve professor para tudo, exceto para fazer do futebol do Maranhão um futebol pelo menos comum.

Por essas safadezas, como eu, há muitos milhares de maranhense que abandonaram os estádios. Tenho, às vezes, um sentimento de culpa de consciência: meus filhos não torcem por nenhum clube do Maranhão.

Já tive vontade de, vencer minha indignação, e voltar a ativa como torcedor. Já pensei, inclusive, de mudar de rota e ajudar ao Moto ou MAC.  Mas como uma ducha gelada em paciente com febre, vejo o sofrido futebol maranhense ser notícia internacional, da pior de todas as formas: EXEMPLO DE SACANAGEM PURA E SIMPLES!!!

Para piorar, a suspeita é que não se tratou de um caso único, pois tanto o Moto, como o Viana usaram dos mesmos espúrios artifícios: SACANAGEM DUPLA!

Em toda minha vida de jornalista, mais de vinte anos, nunca tinha usado em um texto a palavra “sacanagem”, dessa vez uso-a para evitar vernáculo pior, tamanha a minha indignação.

Entendo que nesse futebol do Maranhão existem algumas pessoas sérias, a exemplo dos amigos Petrônio e Itamar, mas é evidente que a estrutura futebolística do Maranhão está definitiva e irremediavelmente corroída e corrompida. Não é possível remendos.

Como no passado, na arena convivem torcida e animais. A diferença é que o Coliseu tinha leões e, por nossos estádios convivemos com Mus musculus, Rattus novegicus e Rattus rattus.

Espero que os ratos não se sintam ofendidos!

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